17MAY13
06MAY13
No terceiro domingo do mês de maio é comemorado o Dia Internacional do Celíaco, e já temos programação para nosso dia:
Dia 19 de maio, às 9h no Aterro do Flamengo estaremos divulgando a Doença Celíaca distribuindo panfletos e conversando com o público que passeia por lá (na altura do número 300 da Praia do Flamengo).
Quero convidá-los a participar deste dia tão importante, veja o mapa com a localização ao final deste post.
Se estiver chovendo, o evento erá transferido para outra data!
Esperamos vocês!!! :D
20APR13
Nos dias 25, 26 e 27 de abril acontece no Rio o COINE - Congresso Internacional Especializada e & Expo Sem Glúten. Um evento voltado para o mundo sem glúten, onde estudiosos discutem sobre pesquisas e o futuro da alimentação sem glúten para os celíacos e não celíacos.
Há também uma Exposição com várias empresas de alimentos sem glúten com degustação de produtos.
Para os curiosos, estudiosos e interessados vale a pena conferir!!
Eu estarei lá com certeza!!! ;)
19MAR13
Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/saqueevoleio/2013/03/12/o-milagre/
20FEB13
Para quem tem dificuldade de conseguir o remédio fora do Brasil, olhem que maravilha:
A
novidade promete ser um grande sucesso entre os intolerantes à lactose.
Chega ao mercado o Digelac, a primeira enzima lactase de produção
nacional.
A notícia estava certamente sendo bastante aguardada por muitos leitores do Semlactose.com que, até então, só tinham como opção a manipulação ou a importação do produto.
Recebemos há alguns dias amostras do produto e, desde então, já testei o Digelac com diferentes alimentos. A principal diferença desta enzima para as similares é sua apresentação. Ao invés de comprimidos, o Digelac é comercializado em pó para ser adicionado aos alimentos com lactose.
Você pode colocar a enzima em pó sobre tortas, bolos, sorvetes, milkshakes e várias outras guloseimas elaboradas com leite ou derivados. Apesar de não ser a recomendação do fabricante, nós testamos o produto misturado em um copo de água antes de ingerir alimentos com lactose e funciona da mesma forma.
A novidade deve ser bem aceita por crianças, que em geral resistem a tomar comprimidos.
A versatilidade do produto é outra vantagem. O Digelac pode ser usado tanto em alimentos prontos, quanto no preparo de alimentos, como por exemplo, para fazer uma mousse.*
O Digelac contém 10.000 FCC ALU, sendo ainda mais potente que o Lactaid Fast Act, uma das enzimas mais consumidas pelos brasileiros.
A novidade está disponível para vendas exclusivamente através do site www.digelac.com.br.
*Lembre-se que a quantidade de um sachê funciona para uma porção individual. Para usar a enzima no preparo de porções maiores, será necessário utilizar uma quantidade maior de enzima.
Fonte: http://www.semlactose.com/index.php/2013/02/20/enzima-lactase-agora-disponivel-no-brasil/
07DEC12
Olhem que jóia esse curso!!! ;)
06DEC12
Matéria importante e interessante.
04DEC12
8. SMIRNOFF
27NOV12
Recomendo: http://www.celiac.com
18OCT12
Já saiu a data do COINE 2013.
A Nina marcará presença, ela me contou ontem! ;)
17SEP12
Mais uma matéria interessante sobre a DC:
fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/doenca-celiaca-mata-42-000-criancas-por-ano-no-mundo-mas-permanece-desconhecida-no-brasil

O ano é 2005. A professora universitária Flávia Anastácio de Paula lida com uma cena que virou rotina. Seu filho do meio, Emílio, então com apenas dois anos, vomita sem parar durante horas. Abaixo do peso, com constipação crônica, crises de hiperatividade, pneumonias frequentes, dores fortes nas pernas e peso e estatura muito abaixo do indicado, Emílio começou a adoecer quando tinha apenas seis meses de vida. À época, Flávia deu início a uma via-crúcis: descobrir qual era a doença do filho. No caminho, que durou quatro anos, passou por mais de 15 médicos diferentes, dezenas de exames clínicos e laboratoriais e internações hospitalares regulares. Em setembro de 2007, aos quatro anos, Emílio foi enfim diagnosticado: ele era portador da doença celíaca.
Ainda desconhecida pela grande maioria da população – e, infelizmente, por parte da classe médica – a doença se caracteriza pela intolerância ao glúten, uma proteína presente no trigo, na cevada, na aveia e no centeio. O primeiro levantamento global sobre a doença, divulgado no final de julho, indica que ela cause a morte de cerca de 42.000 crianças todos os anos no mundo. Em entrevista ao site de VEJA, Peter Byass, epidemiologista coordenador do estudo que reuniu o departamento de saúde pública e medicina clínica da Universidade de Umea, na Suécia, e a Faculdade de Saúde da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul, avalia que no Brasil 200 crianças morram anualmente em função desse mal. Alguns estudos internacionais afirmam ainda que uma a cada 100 pessoas no mundo seja portadora da doença; outros, que mais da metade dessas pessoas não sabem que estão doentes. No Brasil pouco se sabe sobre a incidência da doença, já que faltam levantamentos nacionais. Dados de uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo, realizada em 2007, apontam que um a cada 214 brasileiros tem a doença. Os dados existentes sobre doença celíaca, como se vê, são poucos, dispersos e por vezes desatualizados.
A doença celíaca foi descoberta em 1888 pelo pediatra britânico Samuel Gee, mas apenas no decorrer da década de 1940 o glúten foi reconhecido como o vilão causador do transtorno. Durante os períodos de escassez alimentar da guerra, o médico holandês Willem Karel Dicke notou que a falta de pães e de produtos à base de trigo reduziam o número de casos, e acabou relacionando a proteína à doença. Dicke criaria, ainda no começo de 1950, a primeira dieta livre de glúten para pacientes com doença celíaca – que permanece sendo o único tratamento disponível até hoje. De lá para cá, alguns passos importantes foram dados para o controle do problema, como a definição dos sintomas (diarreia crônica, inchaço do abdome, anemia e vômitos) e a indicação de um tratamento alimentar. Mas, mesmo que seja um mal conhecido, estudado, com tratamento e exames para diagnóstico estabelecidos, a doença celíaca persiste silenciosa e subdiagnosticada em muitos pacientes.
Dificuldades – Casos como o de Emílio são minoria, mas estão longe de se tratar de uma exceção. Embora a intolerância ao glúten costume aparecer de maneira mais amena na maioria dos casos, 20% dos celíacos têm sintomas extremos, segundo Aytan Miranda Sipahi, coordenador do Laboratório de Gastroenterologia Clínica e Experimental da USP. Os demais podem ter apenas um dos sintomas, como enxaqueca, aftas e flatulência. Por não serem tão severos ou alarmantes, acabam dificultando o diagnóstico. Por isso, a doença celíaca é normalmente representada como um iceberg. Na ponta (pequena parte à vista), estão pacientes como Emílio, sua mãe e seus dois irmãos: pessoas que sofrem, e muito, com a doença. Em todo o restante da enorme massa de gelo, estariam pacientes como Raquel Benati.
A professora de artes, hoje com 48 anos, demorou duas décadas para receber o diagnóstico da doença. "Os médicos não investigavam a doença celíaca, porque só detectavam uma anemia. Eu até tinha crises de diarreia eventuais, mas a constância maior era das prisões de ventre", diz. Hoje, Raquel é vice-presidente do braço carioca da Associação dos Celíacos do Brasil (Acelbra) e secretária da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), que conta com cerca de 20.000 associados. Seu trabalho nas instituições é orientar os celíacos e ajudar a conscientizar a população. "Os médicos relutam em fazer o diagnóstico, principalmente quando você não tem o quadro clássico. Conheço muita gente que foi até o consultório especificamente pedir para fazer o exame."
Diagnóstico e complicações – A investigação para a conclusão do diagnóstico costuma seguir três passos: histórico familiar da doença, exame de sangue e biópsia do intestino delgado por endoscopia. Por ser genética, a doença pode estar presente em um ou mais membros da mesma família. O teste sorológico de sangue, por sua vez, visa detectar antígenos da doença. Quando esse exame de sangue dá positivo, é feita a endoscopia com biópsia do intestino, exame considerado definitivo para um diagnóstico. Nessa fase se procura saber se as vilosidades (dobras no intestino responsáveis por aumentar a absorção de alimentos) da mucosa intestinal foram agredidas e atrofiadas – uma característica da intolerância ao glúten. O histórico familiar sozinho não basta para detectar a doença. Para saber com certeza, só após o exame de sangue combinado com a biópsia.
Mesmo nos casos mais amenos da doença, a detecção é fundamental. Isso porque as complicações podem levar a problemas graves, como osteoporose, doenças autoimunes, linfoma e outros cânceres e problemas na tireoide. "Há ainda casos em que a pessoa fica infértil ou pode ter abortos repetidos", diz Vera. Isso ocorre porque a exposição ao glúten faz com que o sistema imunológico trabalhe sempre acima do seu limite, fazendo com que as células de defesa proliferem. Essa hiperatividade pode acabar resultando em linfoma – que é justamente uma proliferação exagerada das células de defesa. O motivo disso acontecer ainda não é conhecido pela medicina.
É uma doença caracterizada pela intolerância ao glúten, uma proteína presente no trigo, na cevada e no centeio. Toda vez que um alimento com glúten é consumido, uma reação imunológica desencadeia-se no intestino e causa a destruição das vilosidades da mucosa, dobras que aumentam a absorção de nutrientes. Assim, com o tempo a doença leva a uma série de problemas, como anemia, perda de peso e outras doenças graves.
22AUG12
09JUN12
Convite aos celíacos, familiares, simpatizantes ou alérgicos à algum outro tipo de alimento:
23MAY12
SOBRE O GLÚTEN
O que é prejudicial e tóxico ao intestino do paciente
alérgico ou intolerante ao glúten são “partes do glúten” que recebem nomes
diferentes para cada cereal:
No trigo é a gliadina, na cevada é a hordeína, na aveia é a
avenina e no centeio é a secalina. O malte, muito questionado, é um produto da
fermentação da cevada, portanto apresenta também uma fração do glúten. Os produtos
que contenham malte, xarope de malte ou extrato de malte não devem ser
consumidos pelo celíaco.o glúten agride e danifica as vilosidades do intestino
delgado e prejudica a absorção dos alimentos.
06MAY13
No terceiro domingo do mês de maio é comemorado o Dia Internacional do Celíaco, e já temos programação para nosso dia:
Dia 19 de maio, às 9h no Aterro do Flamengo estaremos divulgando a Doença Celíaca distribuindo panfletos e conversando com o público que passeia por lá (na altura do número 300 da Praia do Flamengo).
Quero convidá-los a participar deste dia tão importante, veja o mapa com a localização ao final deste post.
Se estiver chovendo, o evento erá transferido para outra data!
Esperamos vocês!!! :D
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20APR13
Nos dias 25, 26 e 27 de abril acontece no Rio o COINE - Congresso Internacional Especializada e & Expo Sem Glúten. Um evento voltado para o mundo sem glúten, onde estudiosos discutem sobre pesquisas e o futuro da alimentação sem glúten para os celíacos e não celíacos.
Há também uma Exposição com várias empresas de alimentos sem glúten com degustação de produtos.
Para os curiosos, estudiosos e interessados vale a pena conferir!!
Eu estarei lá com certeza!!! ;)
19MAR13
Lendo o “Beyond the Baseline”, blog de tênis da Sports Illustrated, na noite de segunda-feira, encontrei este link para uma excelente reportagem do Gulf News. O tema é a bastante conhecida alergia de Novak Djokovic a glúten. O que ninguém sabia, porém, era como a alergia havia sido diagnosticada. A reportagem não só relata isso como conta que dr. Igor Cetojevic, que tratou o tenista sérvio, nem era médico do tenista nem foi procurado pelo atual número 1 do mundo. Foi o próprio doutor, especializado em medicina alternativa, que, em um dia “sem nada melhor para fazer”, percebeu o problema enquanto via tênis na televisão. Acredite!
A partida em questão era Djokovic x Tsonga, válida pelo Australian Open de 2010. O francês venceu no quinto set, por 6/1. Segue abaixo, em tradução livre, um trecho da reportagem do Gulf News. O texto original, em inglês, pode ser lido no link do parágrafo anterior.
Cetojevic disse: “O comentarista na TV dizia seguidamente ‘Novak está enfrentando problemas com sua asma outra vez’. Mas baseado em minhas observações e na experiência que tenho com a medicina chinesa tradicional, eu podia ver que asma não era o problema ali. A cada vez que o narrador mencionava asma, eu respondia em voz alta ‘não é asma!’. Sei que geralmente a maioria dos sintomas de asma aparece pela manhã, e a partida de Novak era à tarde. Além disso, se ele apresentasse um quadro asmático, não teria conseguido fazer dois ótimos sets antes que os problemas aparecessem”.
“Suspeitei que o problema de Novak fosse um desequilíbrio no sistema digestivo, particularmente causado por um acúmulo de toxinas no intestino grosso. Segundo a medicina tradicional chinesa, o intestino grosso tem forte ligação com os pulmões”.
Incentivado por sua esposa a ajudar o tenista, Cetojevic conseguiu encontrar Djokovic em junho de 2010, em Split (Croácia), durante a Copa Davis. Ele conectou aos punhos e à testa do sérvio um mecanismo de biofeedback, projetado para medir estresse, toxinas do ambiente, ondas cerebrais e alergias a comida.
Cetojevic disse: “Eu descobri que ele era muito sensível a glúten, uma proteína presente no trigo, um dos ingredientes mais comuns na dieta de Novak. Ele cresceu, como muitas pessoas, comendo frequentemente comidas com base de trigo, como pães, pizzas, massas e panquecas”.
O resto da história é bastante conhecido. Djokovic perdeu peso, parou de ter problemas físicos e viveu aquela temporada espetacular em 2011. O ano de 2013 não parece muito diferente até agora… Será?
Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/saqueevoleio/2013/03/12/o-milagre/
20FEB13
Para quem tem dificuldade de conseguir o remédio fora do Brasil, olhem que maravilha:
Enzima lactase, agora disponível no Brasil
fevereiro 20, 2013

A notícia estava certamente sendo bastante aguardada por muitos leitores do Semlactose.com que, até então, só tinham como opção a manipulação ou a importação do produto.
Recebemos há alguns dias amostras do produto e, desde então, já testei o Digelac com diferentes alimentos. A principal diferença desta enzima para as similares é sua apresentação. Ao invés de comprimidos, o Digelac é comercializado em pó para ser adicionado aos alimentos com lactose.
Você pode colocar a enzima em pó sobre tortas, bolos, sorvetes, milkshakes e várias outras guloseimas elaboradas com leite ou derivados. Apesar de não ser a recomendação do fabricante, nós testamos o produto misturado em um copo de água antes de ingerir alimentos com lactose e funciona da mesma forma.
A novidade deve ser bem aceita por crianças, que em geral resistem a tomar comprimidos.
A versatilidade do produto é outra vantagem. O Digelac pode ser usado tanto em alimentos prontos, quanto no preparo de alimentos, como por exemplo, para fazer uma mousse.*
O Digelac contém 10.000 FCC ALU, sendo ainda mais potente que o Lactaid Fast Act, uma das enzimas mais consumidas pelos brasileiros.
A novidade está disponível para vendas exclusivamente através do site www.digelac.com.br.
*Lembre-se que a quantidade de um sachê funciona para uma porção individual. Para usar a enzima no preparo de porções maiores, será necessário utilizar uma quantidade maior de enzima.
Fonte: http://www.semlactose.com/index.php/2013/02/20/enzima-lactase-agora-disponivel-no-brasil/
07DEC12
Olhem que jóia esse curso!!! ;)
06DEC12
Matéria importante e interessante.
MSC Cruzeiros inova no cardápio
5 de Dezembro de 2012 - Atualizado às 16h39
Foto: Divulgação/ASSECOM MSC Cruzeiros

PORTO - O
cardápio especial voltado às pessoas que não podem consumir glúten
(celíacos), criado pela MSC Cruzeiros, foi certificado pela Federação
Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (FENACELBRA). A novidade
estreou na temporada 2013 dos cruzeiros, que fazem parada obrigatória
todos os anos no Porto de Santos. A empresa é a primeira do setor a
oferecer esse serviço no Brasil e conta com os alimentos adequados para o
café da manhã, almoço, jantar, chá da tarde e em box lunch para as excursões em terra, além de preparo realizado em uma área exclusiva da cozinha de cada navio.
A
novidade é servida nos quatro navios da armadora que navegarão pelo
litoral brasileiro - e também em outros países da América do Sul - entre
novembro de 2012 e abril de 2013. O MSC Magnifica serviu como teste
para o novo cardápio, quando representantes da FENACELBRA viajaram na
embarcação para os testes que resultaram na certificação. Os outros
cruzeiros que contam com a novidade são o MSC Fantasia, o MSC Orchestra e
o MSC Musica.
"Pudemos constatar que o nível
de segurança e cuidado é muito grande por parte da armadora. Toda a
equipe a bordo trata esse processo com seriedade e dedicação", relatou
Lucélia Costa, presidente da FENACELBRA.
Luca
Astegiano, gerente de operações da Italcatering, empresa do Grupo MSC
responsável pelo abastecimento de alimentos nos navios reforçou que "É
muito importante trazer novidades a cada temporada, ainda mais em se
tratando de inovar em cardápios para públicos específicos. Nosso novo
menu não é especial para celíacos, mas sim o mesmo oferecido para os
hóspedes, feito com ingredientes especiais".
Para
desfrutar do cardápio celíaco, o cliente deve informar sua agência de
viagem no momento da compra do cruzeiro, além do gerente do restaurante a
bordo do navio. Os restaurantes dos transatlânticos têm garçons
designados para servirem as refeições celíacas, identificados com um
broche.
O que é a doença celíaca? -
A doença celíaca é uma condição crônica que afeta principalmente o
intestino delgado. É uma intolerância permanente ao glúten, uma
proteína encontrada no trigo, centeio, cevada, aveia e malte. Nos
indivíduos afetados, a ingestão de glúten causa danos às pequenas
protrusões, ou vilos, que revestem a parede do intestino delgado. Esta
condição possui outros nomes, tais como espru celíaco e enteropatia
glúten-sensível. A doença celíaca é considerada uma desordem autoimune,
na qual o organismo ataca a si mesmo. Os sintomas podem surgir em
qualquer idade após o glúten ser introduzido na dieta.
Sobre a MSC Cruzeiros -
A MSC Cruzeiros é a empresa líder mundial de cruzeiros no Mediterrâneo e
nos mercados sul-africano e brasileiro e opera ao redor do globo
terrestre. Sua moderna frota é composta por doze navios: MSC Divina, MSC
Splendida e MSC Fantasia, MSC Magnifica, MSC Poesia, MSC Orchestra, MSC
Musica, MSC Sinfonia, MSC Armonia, MSC Opera, MSC Lirica e MSC Melody. A
frota irá aumentar de tamanho com a chegada do MSC Preziosa, que será
lançado em 2013. A frota realiza cruzeiros durante todo o ano no
Mediterrâneo e sazonalmente no Norte da Europa, Oceano Atlântico,
Caribe, América do Norte, América do Sul, Oceano Índico, Sul e Oeste da
África, Abu Dhabi e Emirados Árabes.
Link: http://www.santaportal.com.br/1851-Noticias/MSC-Cruzeiros-inova-no-cardapio04DEC12
Há algum tempo venho passando muito mal após festas e bebidas (até mesmo em jantares). Cheguei ao ponto de ter de ser socorrida e sair de cadeira de rodas em um shopping (foi horrível!).
E ontem eu recebi uma mensagem de um amigo que me fez correr atrás de algumas informações. Essa procura me levou à seguinte conclusão: eu tenho passado mal por que eu bebo Absolut, e ela é feita do trigo. Pronto! Matei a charada (e fiquei muito decepcionada, mas a gente se diverte com o que tem!)
Com a ajuda de várias pessoas, resolvi publicar aqui esta lista completa de uma pesquisa realizada pela ACELBRA de Santa Catarina.
Do site da Acelbra SC:
Bebidas
alcoólicas SEM GLÚTEN: Vinhos, Campari, vermutes (Cinzano, Martini.etc.), rum,
champagne, conhaque, cachaças de cana, tequila, saquê.
A
pedido da ACELBRA-SC, o laboratório de análises de cereais da Universidade
Federal de Santa Catarina, analisou 10 tipos de bebidas destiladas e essas
também foram declaradas SEM GLÚTEN:
1.
RUM BACARDI CARTA BIANCA
2.
CACHAÇA ARMAZÉM VIERIA
3.
CAMPARI BITTER
4.
LICOR FINO DE LARANJA – COINTREAU
5.
LICOR DE AVELÃ E ERVAS FINAS - FRANGELICO
6.
GIN SEAGERS
7.
BACARDI
8. SMIRNOFF
As
amostras não contém glúten (menos de 3ppm) - análise feita em maio de 2010
Bebidas
proibidas: cerveja, gim, whisky, licor de whisky e vodka destilada de grãos,
licores em geral (álcool de cereal pode ser de trigo ou cevada).
*P.S: tirei algumas bebidas dessa listagem pois pela composição contém glúten. Sigo na procura e em breve trago mais novidades!
27NOV12
Recomendo: http://www.celiac.com
18OCT12
Já saiu a data do COINE 2013.
A Nina marcará presença, ela me contou ontem! ;)
17SEP12
Mais uma matéria interessante sobre a DC:
fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/doenca-celiaca-mata-42-000-criancas-por-ano-no-mundo-mas-permanece-desconhecida-no-brasil
Medicina
Doença celíaca mata 42.000 crianças por ano no mundo
Ainda desconhecida pela grande maioria da população – e, infelizmente, por parte da classe médica – a doença se caracteriza pela intolerância ao glúten, uma proteína presente no trigo, na cevada e no centeio
Aretha Yarak

Doença celíaca: o glúten, presente no trigo, na cevada e no centeio, é responsável por desencadear a patologia (Thinkstock)
A doença celíaca é como um iceberg. Na pequena parte à vista estão pacientes que apresentam sintomas severos, como vômitos e diarreias. Abaixo da superfície está a maioria dos casos, de pacientes que passam anos sem obter um diagnóstico da doença
Ainda desconhecida pela grande maioria da população – e, infelizmente, por parte da classe médica – a doença se caracteriza pela intolerância ao glúten, uma proteína presente no trigo, na cevada, na aveia e no centeio. O primeiro levantamento global sobre a doença, divulgado no final de julho, indica que ela cause a morte de cerca de 42.000 crianças todos os anos no mundo. Em entrevista ao site de VEJA, Peter Byass, epidemiologista coordenador do estudo que reuniu o departamento de saúde pública e medicina clínica da Universidade de Umea, na Suécia, e a Faculdade de Saúde da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul, avalia que no Brasil 200 crianças morram anualmente em função desse mal. Alguns estudos internacionais afirmam ainda que uma a cada 100 pessoas no mundo seja portadora da doença; outros, que mais da metade dessas pessoas não sabem que estão doentes. No Brasil pouco se sabe sobre a incidência da doença, já que faltam levantamentos nacionais. Dados de uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo, realizada em 2007, apontam que um a cada 214 brasileiros tem a doença. Os dados existentes sobre doença celíaca, como se vê, são poucos, dispersos e por vezes desatualizados.
A doença celíaca foi descoberta em 1888 pelo pediatra britânico Samuel Gee, mas apenas no decorrer da década de 1940 o glúten foi reconhecido como o vilão causador do transtorno. Durante os períodos de escassez alimentar da guerra, o médico holandês Willem Karel Dicke notou que a falta de pães e de produtos à base de trigo reduziam o número de casos, e acabou relacionando a proteína à doença. Dicke criaria, ainda no começo de 1950, a primeira dieta livre de glúten para pacientes com doença celíaca – que permanece sendo o único tratamento disponível até hoje. De lá para cá, alguns passos importantes foram dados para o controle do problema, como a definição dos sintomas (diarreia crônica, inchaço do abdome, anemia e vômitos) e a indicação de um tratamento alimentar. Mas, mesmo que seja um mal conhecido, estudado, com tratamento e exames para diagnóstico estabelecidos, a doença celíaca persiste silenciosa e subdiagnosticada em muitos pacientes.
Dificuldades – Casos como o de Emílio são minoria, mas estão longe de se tratar de uma exceção. Embora a intolerância ao glúten costume aparecer de maneira mais amena na maioria dos casos, 20% dos celíacos têm sintomas extremos, segundo Aytan Miranda Sipahi, coordenador do Laboratório de Gastroenterologia Clínica e Experimental da USP. Os demais podem ter apenas um dos sintomas, como enxaqueca, aftas e flatulência. Por não serem tão severos ou alarmantes, acabam dificultando o diagnóstico. Por isso, a doença celíaca é normalmente representada como um iceberg. Na ponta (pequena parte à vista), estão pacientes como Emílio, sua mãe e seus dois irmãos: pessoas que sofrem, e muito, com a doença. Em todo o restante da enorme massa de gelo, estariam pacientes como Raquel Benati.
A professora de artes, hoje com 48 anos, demorou duas décadas para receber o diagnóstico da doença. "Os médicos não investigavam a doença celíaca, porque só detectavam uma anemia. Eu até tinha crises de diarreia eventuais, mas a constância maior era das prisões de ventre", diz. Hoje, Raquel é vice-presidente do braço carioca da Associação dos Celíacos do Brasil (Acelbra) e secretária da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), que conta com cerca de 20.000 associados. Seu trabalho nas instituições é orientar os celíacos e ajudar a conscientizar a população. "Os médicos relutam em fazer o diagnóstico, principalmente quando você não tem o quadro clássico. Conheço muita gente que foi até o consultório especificamente pedir para fazer o exame."
Diagnóstico e complicações – A investigação para a conclusão do diagnóstico costuma seguir três passos: histórico familiar da doença, exame de sangue e biópsia do intestino delgado por endoscopia. Por ser genética, a doença pode estar presente em um ou mais membros da mesma família. O teste sorológico de sangue, por sua vez, visa detectar antígenos da doença. Quando esse exame de sangue dá positivo, é feita a endoscopia com biópsia do intestino, exame considerado definitivo para um diagnóstico. Nessa fase se procura saber se as vilosidades (dobras no intestino responsáveis por aumentar a absorção de alimentos) da mucosa intestinal foram agredidas e atrofiadas – uma característica da intolerância ao glúten. O histórico familiar sozinho não basta para detectar a doença. Para saber com certeza, só após o exame de sangue combinado com a biópsia.
Mesmo nos casos mais amenos da doença, a detecção é fundamental. Isso porque as complicações podem levar a problemas graves, como osteoporose, doenças autoimunes, linfoma e outros cânceres e problemas na tireoide. "Há ainda casos em que a pessoa fica infértil ou pode ter abortos repetidos", diz Vera. Isso ocorre porque a exposição ao glúten faz com que o sistema imunológico trabalhe sempre acima do seu limite, fazendo com que as células de defesa proliferem. Essa hiperatividade pode acabar resultando em linfoma – que é justamente uma proliferação exagerada das células de defesa. O motivo disso acontecer ainda não é conhecido pela medicina.
Dieta complicada — De acordo com Vera Lúcia Sdepanian, coordenadora do curso de residência em gastroenterologia pediátrica da Unifesp, uma dieta sem glúten só é indicada após o diagnóstico positivo, caso contrário ela pode dificultar o processo de reconhecimento da doença. "Quando se para de comer glúten, os antígenos deixam de ser detectados no exame de sangue e as vilosidades do intestino vão voltando ao normal depois de seis meses. Assim, nenhum exame vai dar positivo para a doença, mesmo que a pessoa seja intolerante."
A rigor não existe problema em uma dieta sem glúten. A proteína não é essencial na alimentação humana, de acordo com nutricionistas. A única grande dificuldade é justamente a grande restrição alimentar, uma vez que a maior parte dos alimentos industrializados contém o ingrediente. "Não é fácil fazer uma dieta sem glúten", diz John Cangemi, gastroenterologista especialista na doença da Clínica Mayo, nos Estados Unidos. "Trigo, cevada e centeio são componentes de muitos tipos de alimentos, além de fazer parte de alguns medicamentos, doces e outros produtos. A pessoa pode, simplesmente, não se dar conta da presença deles."
Vários outros alimentos além dos pães contêm a proteína, como cerveja, queijos fundidos, patês enlatados, embutidos, maionese, catchup e alguns temperos industrializados. O chocolate em teoria não tem glúten, mas como é feito na mesma esteira das bolachas – e corre risco de contaminação – é vendido com o selo contém glúten. "O paciente terá de conviver com muitas limitações alimentares, mas uma boa orientação nutricional pode tornar sua vida mais simples", afirma André Zonetti de Arruda Leite, médico assistente da disciplina de gastroenterologia clínica do departamento de gastroenterologia da FMUSP.
Tire suas dúvidas sobre a doença celíaca entrando no link da reportagem:
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/doenca-celiaca-mata-42-000-criancas-por-ano-no-mundo-mas-permanece-desconhecida-no-brasil
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/doenca-celiaca-mata-42-000-criancas-por-ano-no-mundo-mas-permanece-desconhecida-no-brasil
O que é a Doença Celíaca?

22AUG12
Divulgando:
O Grupo Viva sem Glúten, do Facebook, convida os celíacos do RJ para um Piquenique sem Glúten !
Traga sua toalha, seu lanche sem glúten !
Traga toda a família e os amigos.
Traga toda a família e os amigos.
Venha se divertir e confraternizar com outros celíacos !
Dia 26 de agosto de 2012 ( domingo)
Horário: 10h
Local: Quinta da Boa Vista - São Cristóvão - Rio de Janeiro - RJ
Ponto de Encontro: em frente ao Museu Nacional
Ponto de Encontro: em frente ao Museu Nacional
Se chover no dia, o piquenique estará automaticamente cancelado.
09JUN12
Convite aos celíacos, familiares, simpatizantes ou alérgicos à algum outro tipo de alimento:
23MAY12
Queridos!!!
Meu amigo chico Geraes, após participar
da Semana Sem Glúten da Casa Santa Luzia, SP, onde foi feito degustação da
Lasagna, foi convidado a participar do
programa SEM CENSURA da Leda Nagle. O programa será exibido ao vivo no dia
24/05, quinta-feira, às 16:00 hs no qual o tema será ALIMENTAÇÃO SEM
GLÚTEN.
Convido a
todos a assitir através do link http://tvbrasil.ebc.com.br/webtv e dos canais de TV abaixo (tem os canais de todo o Brasil!):
SKY
Em todo o Brasil – Canal 116
OI TV
Canal 900
TELEFÔNICA
Cobertura Nacional – Canal 695
TVA
São Paulo – canal 181
VIA EMBRATEL
Cobertura Nacional – canal 124
NET
São Paulo – 4 (Analógico)
Brasília – 16 (analógico e digital)
Rio de Janeiro – 18 ( analógico e digital)
São Luís – 3 ( analógico)
Curitiba – 3 (digital)
Belo Horizonte – 3 ( digital)
Porto Alegre – 3 ( digital)
Maceió – 6 (analógico)
Florianópolis – 2 (digital)
Goiânia – 21 (analógico)
João Pessoa – 73 (analógico)
Manaus – 4 (digital)
Campo Grande – 15 (analógico)
São José do Rio Preto – 24 ( analógico)
Sertãozinho – 96 ( analógico)
Valinhos – 96 ( analógico)
Marília – 96 ( analógico)
Botucatu – 96
Jaú – 98 ( analógico)
Cubatão – 12 (analógico)
Campinas – 5 ( digital)
Santos – 4 ( digital)
Ribeirão Preto – 22 ( digital)
Rio de Janeiro – RJ
Canal 2 – Analógico
Canal 41 – Digital
Brasília – Distrito Federal
Canal 2 – Analógico
Canal 15 – Digital
São Paulo – SP
Canal 62 Analógico
Canal 63 – Digital
São Luis – MA
Canal 2 – Analógico
Cabo Frio – RJ
Canal 44
Campos dos Goytacazes – RJ
Canal 47
Macaé – RJ
Canal 9
Belo Horizonte – MG
Canal 65 – Digital
Juiz de Fora- MG
Canal 51
Tabatinga – AM
Canal 19
Educativas locais que retransmitem a TV
Brasil
TVE do Acre – Canal 2
TV Cultura do Amazonas – Canal 2
TVE de Alagoas – Canal 3
TVE da Bahia – Canal 2
TVU do Mato Grosso – Canal 2
TV Cultura do Pará – Canal 2
TVU da Paraíba – Canal 43
TVU de Pernambuco – Canal 11
TV Pernambuco – Canal 12
TV Antares/PI – Canal 2
TVU do Rio Grande do Norte – Canal 5
TVU de Roraima – Canal 2
TVE do Rio Grande do Sul – Canal 7
TV Aperipê/SE – Canal 2
Redesat/TO – Canal 13
Educativas locais que retransmitem a TV
Brasil
ARTV (Araranguá)/SC - Canal 5
ARTV (Criciúma)/SC - Canal 51
STZTV (Sertãozinho)/SP - Canal 59
TV Beltrão (Francisco Beltrão)/PR - Canal 13
TV Serrana Botucatu/SP – Canal 55
TV Educativa São Carlos/SP – Canal 48
TV Reeducar (São José dos Campos)/SP –
Canal11 (analógico) e 40 (digital)
TV dos Trabalhadores (TVT – Mogi das
Cruzes)/SP – Canal 46
TV Tupi Paulista/SP - Canal 50
TV Unifev (Votuporanga)/SP – Canal 55
TV Thathi (Ribeirão Preto)/SP – Canal 33
TV de Ibitinga/SP – Canal 19
TV do Vale do Mogi Guaçu/SP – Canal 9
TV Rede Paulista (Jundiaí)/SP - Canal 14
08MAY12
Mais uma matéria interessante sobre a DC.
Doença celíaca: quase 2 milhões de
brasileiros não podem comer glúten
Com o tempo, as paredes do intestino vão inflamando, atrofiando e perdem a capacidade de absorver nutrientes dos alimentos, e até os remédios podem deixar de fazer efeito.
É trabalho para
detetive. De lupa na mão, a psicóloga Cláudia Ferreira Pinto vasculha as
embalagens do supermercado. Achar o que procura é missão para olho vivo. “Nesse
produto, eu não achei a inscrição ‘contém ou não contém glúten’ na relação de
ingredientes. Eu vou ter que procurar no pacote para ter certeza. A gente vê
embaixo”, afirma.
As letras miúdas
são um inferno na vida de quem tem doença celíaca - um mal que começa no
intestino abrindo as portas para uma variedade de doenças e sintomas que
desafiam médicos e confundem quem sofre.“Foi feito um cálculo de que 1% da população mundial tem doença celíaca e não sabe. Então, você imagina quantos habitantes têm o Brasil e quantos celíacos estão andando por aí que não sabem que são celíacos”, ressalta a médica Lorete Kotze.
A farinha fina usada em pães, macarrão, doces e tanta coisa boa é um veneno para quem tem a doença celíaca. O problema é o glúten, uma proteína encontrada no trigo, no centeio, na aveia, na cevada e no malte. Doença celíaca não é alergia, é intolerância alimentar ao glúten e ele tem que ser cortado da dieta.
Para o celíaco, cada guloseima feita de farinha que tenha glúten é uma agressão ao sistema digestivo. Com o tempo, as paredes do intestino vão inflamando, atrofiando e perdem a capacidade de absorver nutrientes, como o cálcio e o ferro dos alimentos, e até os remédios podem deixar de fazer efeito.
Em Curitiba,
encontramos uma turma que é um retrato da doença no Brasil. Ao todo, 75% dos
pacientes são mulheres. Obter o diagnóstico é missão dificílima.
“Diziam que era
depressão, sistema nervoso”, revela a administradora aposentada Evangeline
Montardit. “Fiquei uns oito meses com muita diarréia. A minha tireóide
descompensou. Eu fui em dez médicos em um mês”, diz a nutricionista Maria
Fernanda Ligocki.“Eles ficam fazendo o que eu chamo de tour. Eles começam ir a tudo quanto é médico, e cada um dá um palpite, dá um diagnóstico. E, na realidade, se ele fizer o diagnóstico de doença celíaca, ele resolve tudo o que precisa ser resolvido”, declara a médica Lorete Kotze.
Foi exatamente o
que aconteceu com todos da Associação dos Celíacos do Paraná. Matheus Correia,
de 12 anos, o caçula do grupo, chegou a ser diagnosticado como hiperativo. “Teve
casos em que eu chegava a desmaiar de fraqueza, cansaço”, relata.
Foi só cortar o
glúten da alimentação e tudo mudou. “Em seis meses, as pessoas me perguntavam se
eu tinha feito uma lavagem cerebral no Matheus, porque ele mudou totalmente. Ele
é uma criança calma. Aprendizagem dele, que ele tinha muita dificuldade, mudou
totalmente”, conta Marisli Correia, a mãe do menino.A Doutora Lorete explica que o diagnóstico capaz de mudar a vida do celíaco vem com um exame de sangue e uma biópsia feita em uma endoscopia especial. Assim se descobre o problema que é genético e pode até nunca se manifestar, mas ele está adormecido, podendo acordar com o tempo, uma infecção, uma cirurgia, um momento de estresse.
Em reuniões, os celíacos trocam informações preciosas e muitas receitas. Cada um leva o que vai aprendendo a fazer: quibe, coxinha e até empadinha.
“É um pão integral
com farinha de arroz integral, farinha de soja integral, farinha de amaranto e
amido. Eu fiz uma mistura dessas quatro farinhas”, explica uma das mulheres do
grupo.
Em casa, as
receitas da psicóloga Cláudia Ferreira Pinto também fazem sucesso. Ela prepara
uma massa de pizza com mistura pronta de pão de queijo.
Depois de
pré-assada, é só cobrir a gosto e dar uma última aquecida. As filhas adoram.
“Ela chega a ser melhor que a pizza comum. A massa ela dá um toque totalmente
diferente”, comenta uma das filhas da psicóloga.
Especialistas em
driblar as dificuldades todos eles são, mas não dá para esconder que de vez em
quando bate aquela nostalgia. Todos revelam que morrem de saudade do tradicional
pão francês.Fica então o desafio: será que alguém conseguiria fazer um pãozinho com jeito do francês, mas sem farinha de trigo, sem glúten? Se conseguir mande a receita para a gente.
APR2012
Muitos amigos me perguntam o que é o glúten, quais meus sintomas, como eu descobri, etc...
Essa matéria do Fantástico explica bem a minha realidade e a de muitos celíacos.
A Raquel Benati é, hoje, Vice-Presidente da ACELBRA-RJ, e assim como ela, meus sintomas foram os mais comuns dos celíacos.
http://www.youtube.com/watch?v=909pbQtpcb8
Olá, Gostaria de divulgar a Fanpage do Digelac para os intolerantes à lactose obterem mais informações sobre o produto. Obrigada http://www.facebook.com/pages/Digelac/128810497302862
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